Fatores de Risco – OncoCorpore https://www.oncocorpore.com.br Clínica de Oncologia em Santos Mon, 18 Apr 2022 14:34:54 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.17 https://www.oncocorpore.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cropped-favicon2-32x32.png Fatores de Risco – OncoCorpore https://www.oncocorpore.com.br 32 32 Cigarro eletrônico pode causar câncer? https://www.oncocorpore.com.br/cigarro-eletronico-pode-causar-cancer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cigarro-eletronico-pode-causar-cancer Mon, 18 Apr 2022 14:33:59 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16715 Uma nova “moda” tem ganhado a atenção entre jovens e adultos em substituição aos cigarros tradicionais, são eles os cigarros eletrônicos e narguilé.
A crescente utilização desses dois itens tem como preceito o menor maleficio a saúde daqueles que os utilizam ao invés de consumirem os cigarros tradicionais.
Entretanto, a ideia de que cigarros eletrônicos e os narguilés são meios mais seguros do que o cigarro tradicional, é ilusória.

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Uma nova “moda” tem ganhado a atenção entre jovens e adultos em substituição aos cigarros tradicionais, são eles os cigarros eletrônicos e narguilé.

A crescente utilização desses dois itens tem como preceito o menor maleficio a saúde daqueles que os utilizam ao invés de consumirem os cigarros tradicionais.  

Entretanto, a ideia de que cigarros eletrônicos e os narguilés são meios mais seguros do que o cigarro tradicional, é ilusória. 

De acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer), o início do consumo desses cigarros não tradicionais, trazem bastante risco à saúde. 

Além de aumentar consideravelmente a vontade da experimentação dos cigarros tradicionais entre aqueles que começaram a fumar cigarros eletrônicos.

Esses meios “alternativos” de cigarros, colocam em risco os organismos devidos as mais diversas variedades de substancias químicas. 

O primeiro malefício tem relação com o alto processo de vaporização, tendo em vista que os produtos químicos contidos no vapor desses meios alternativos de cigarro.

Cabe salientar que, os cigarros eletrônicos não são uma forma de tabagismo, mas os consumidores de cigarros eletrônicos e narguilés inalam uma variedade de substâncias que podem causar danos aos pulmões semelhantes ao consumo tabaco contido nos cigarros tradicionais.

Recentemente, nos Estados Unidos, uma doença pulmonar aguda e algumas doenças pulmonares muito graves foram observadas associadas à inalação de componentes do cigarro eletrônico. 

Os sabores que são inalados pelos cigarros eletrônicos também podem causar sérios danos aos pulmões. 

Na maioria das vezes, não está claro exatamente o que está contido no sabor desses cigarros eletrônicos, mas estudos nos Estados Unidos mostraram vários casos de danos pulmonares graves semelhantes a pneumonia causados ​​​​pela inalação de certas substâncias presentes nos sabores de cigarros eletrônicos e narguilés.

Uma das substâncias usadas nas essências dos cigarros eletrônicos é a nicotina, uma droga conhecida por causar de forma rápida a dependência.

Há muito debate e discussão sobre a segurança e eficácia do uso de cigarros eletrônicos como forma de tratamento para parar de fumar ou diminuir o consumo dos cigarros tradicionais. 

Dessa forma, o consumo do próprio cigarro tradicional implica de forma direta ao risco de desenvolvimento de doenças pulmonares, causadas pelo tabagismo, tais como o câncer de pulmão.

Muito embora a comercialização de narguilés e cigarros eletrônicos ocorra, a propagando dos mesmos são vedadas no Brasil pela Agência nacional de Vigilância Sanitária desde 2009.

Dessa forma, a comercialização desses produtos acontece de forma irregular e ilegal através da internet.

Em 2019, estima-se que mais de 0,5% da população já utiliza dispositivos eletrônicos como meio de fumar no Brasil, e a tendência é que este número aumente cada vez mais com a popularização desses cigarros.

O alto consumo do tabaco é a causa principal de riscos à saúde, como também a diminuição da qualidade de vida do fumante. 

Entretanto, cabe salientar que, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer) e a OMS (Organização Mundial da Saúde), não há um cigarro menos prejudicial à saúde ou algum que seja mais recomendado.

Todos são extremamente maléficos ao corpo humano por se tratar do consumo de substancias químicas contidas no mesmo. 

Por fim, conclui-se que apesar do aumento continuo dos meios alternativos de se fumar, sabe-se que esses objetos não são apropriados para quem deseja parar de fumar.

Como também, se tornou evidente o alto risco de contagio de doenças cardiovasculares e pulmonares, como o câncer, naqueles que consomem o uso do tabaco e de substancias químicas contidas nos cigarros eletrônicos e narguilés.

Sendo assim, é importante a conscientização a respeito dos malefícios causados pelo consumo desses cigarros, como forma de prevenção. 

Gostou desse artigo? Continue nos acompanhando para se manter informado sobre os principais temas voltados para oncologia. 

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Câncer colorretal e hábitos de vida https://www.oncocorpore.com.br/cancer-colorretal-e-habitos-de-vida/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cancer-colorretal-e-habitos-de-vida Wed, 23 Mar 2022 16:04:02 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16635 Continuando nossa campanha Março Azul Marinho, mês voltado para a conscientização do cancer colorretal, o Dr Pedro Uson trouxe pra gente um artigo sobre Câncer colorretal e hábitos de vida. Neste artigo vamos entender o quanto os nossos hábitos de vida diários são importantes para nossa saúde e para a redução do risco do desenvolvimento do câncer de intestine.

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A maioria dos pacientes com diagnóstico de câncer colorretal apresentam algum fator de risco relacionado a doença de origem não-hereditária. Esses fatores de risco, incluindo fatores ambientais e comportamentais, já foram identificados em multiplos estudos. Podemos destacar ingestão alcoólica excessiva, tabagismo, obesidade e consumo de carne vermelha e processada como os principais. O interessante é que esses fatores são modificáveis, ou seja, que com campanhas e intervenções médicas esses hábitos podem ser evitados ou cessados. Existe ainda uma porção menor de pacientes, que apresentam fatores de risco não-modificáveis como doenças inflamatórias intestinais e síndromes hereditárias. Nesses casos o rastreamento com colonoscopia e aconselhamento genético são os principais pilares para se evitar e tratar precocemente a doença.

Uma metanálise envolvendo diversos estudos publicados, com uma totalalidade de mais de 60 mil casos de cancer colorretal avaliados, demonstrou que o aumento do índice de massa corporal (IMC) tem associação significativa com o desenvolvimento de câncer colorretal. O tabagismo foi associado a um risco de 10-20% maior para o desenvolvimento da doença. O consumo de carne vermelha 5x por semana foi associado à um risco 13% maior de desenvolver a doença. O alcool foi associado ao desenvolvimento de câncer colorretal, principalmente a partir de 5 doses/semana. Esse resultado relacionado a bebida alcoólica já foi anteriormente confirmado por outros autores, com maior associação quanto o maior consumo. Em contrapartida, realização de atividade física (medida em escore) reduziu o risco ao redor de 13% e o consumo de frutas e vegetais 3 porções reduziu o risco em 15%.

Estas observações demonstram o quanto os nossos hábitos de vida diários são importantes para nossa saúde e para a redução do risco do desenvolvimento do câncer de intestino. Tente focar na realização de atividade física regular durante a semana, evitar o consumo ao máximo de carne vermelha e processada e álcool e evite o cigarro. Alimente-se de frutas e verduras todos os dias. Essas medidas são fundamentais para evitar a doença e ter a melhor saúde possível considerando também que auxiliarão na redução de múltiplas outras doenças incluindo as de origem cardiovascular.

 

Estudo: Johnson, Constance M., et al. “Meta-analyses of colorectal cancer risk factors.” Cancer causes & control 24.6 (2013): 1207-1222.

 

 

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Rastreamento para o câncer colorretal https://www.oncocorpore.com.br/rastreamento-para-o-cancer-colorretal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=rastreamento-para-o-cancer-colorretal Thu, 17 Mar 2022 16:32:13 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16612 A campanha Março Azul-Marinho veio para conscientizar a população sobre o câncer colorretal, um dos tumores malignos mais comuns em todo o mundo. No artigo de hoje o Dr. Pedro Uson vai explicar quais são os exames para o rastreamento para o câncer colorretal.

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O câncer colorretal é um dos tumores malignos mais comuns em todo o mundo. Estatísticas mundiais de 2020 apontam que mais de 1.9 milhões de novos casos foram diagnosticados no mesmo ano, representando 1 em cada 10 tumores diagnosticados no período. Devido a gravidade da doença e alta prevalência diversas recomendações de rastreamento foram adotadas pelas agências regulatórias.

O exame mais importante para o rastreamento do câncer colorretal é a colonoscopia. Estudos apontam que a colonoscopia tem a capacidade de reduzir significativamente o risco de desenvolver a doença além de reduzir o risco de morte pela doença devido ao diagnóstico da doença em estádios iniciais. As recomendações atuais de início da realização de colonoscopia são aos 45 anos. Para pacientes com histórico familiar ou outros fatores de risco a indicação pode ser ainda mais precoce. Em caso de achados normais, a recomendação é repetir o exame em 5-10 anos. Em caso de pólipos ressecados o exame geralmente deve ser repetido entre 3-5 anos.

Outros exames recomendados como opções para rastreamento incluem análise de sangue nas fezes por diversos métodos. Foi observado que houve uma redução preocupante de exames de rastreamento durante a pandemia de COVID-19, podendo acarretar diagnóstico tardio de doenças potencialmente preveníveis. Não deixe de realizar seus exames de rotina, prevenção é a melhor opção e nesse sentido sempre busque um profissional especialista no assunto para a melhor recomendação no seu caso.

 

Referências:

  • Sung, Hyuna, et al. “Global cancer statistics 2020: GLOBOCAN estimates of incidence and mortality worldwide for 36 cancers in 185 countries.” CA: a cancer journal for clinicians3 (2021): 209-249.
  • Brenner H, Stock C, Hoffmeister M. Effect of screening sigmoidoscopy and screening colonoscopy on colorectal cancer incidence and mortality: Systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials and observational studies. BMJ2014; 348:g2467

 

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Predisposição hereditária ao câncer colorretal https://www.oncocorpore.com.br/predisposicao-hereditaria-ao-cancer-colorretal/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=predisposicao-hereditaria-ao-cancer-colorretal Tue, 15 Mar 2022 18:43:49 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16604 A campanha Março Azul-Marinho tem como objetivo promover a conscientização da população sobre o câncer colorretal, bem como educá-la. O câncer colorretal nada mais é do que um tumor que se desenvolve no intestino grosso. Hoje o Dr. Pedro Uson vai abordar o tema Predisposição hereditária ao câncer colorretal. Confira!

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Em um estudo publicado na revista Clinical Gastroenterology and Hepatology, em parceria com pesquisadores da Mayo Clinic, demonstramos que 1 em cada 6 pacientes com câncer colorretal apresentam mutações genéticas de predisposição ao câncer. Mais importante, ao redor de 60% dos casos não seriam identificados baseando-se em testes sugeridos pelas diretrizes atuais de screening.

 

Identificamos mais precisamente que 15.5% de 361 pacientes com câncer colorretal carregam alguma mutação hereditária. Esse número é bem maior do que se imaginava anteriormente. Essa análise foi realizada a partir de uma coorte de mais de 3 mil pacientes do estudo INTERCEPT (Interrogating Cancer Etiology Using Proactive Genetic Testing) onde pacientes de todos os centros da Mayo Clinic foram submetidos a exames de sequenciamento genômico prospectivamente envolvendo mais de 80 genes relacionados ao cancer hereditário.

 

A presença de variantes patogênicas germinativas foi significativamente associada a idade mais jovem de diagnóstico (OR 1,99, IC 95%: 1,12-3,56). Interessante relatar que nenhuma diferença em sobrevida foi identificada em pacientes portadores de variantes comparado ao grupo que não foram detectadas variantes. Destacam-se ainda, que 1 em cada 10 pacientes tiveram mudanças em manejo de acordo com os resultados, e a aceitação da testagem em cascata de familiar foi baixa (16%), confirmando a limitação da estratégia nessa população.

 

Consulte um especialista oncologista no assunto para indicação de quando e qual o melhor teste genômico indicado em cada caso.

 

Referência: Uson Junior et al. Germline cancer susceptibility gene testing in unselected patients with colorectal adenocarcinoma: A multi-center prospective study – Published:April 12, 2021DOI:https://doi.org/10.1016/j.cgh.2021.04.013

https://www.cghjournal.org/article/S1542-3565(21)00447-X/pdf

 

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Câncer de colo de útero e a fertilidade https://www.oncocorpore.com.br/cancer-de-colo-de-utero-e-a-fertilidade/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=cancer-de-colo-de-utero-e-a-fertilidade Thu, 10 Feb 2022 16:06:11 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16322 O câncer de colo de útero é um dos tipos de câncer causados pela infecção por alguns tipos do Papilomavírus Humanos (HPV).
Assim, este é o terceiro tipo de câncer que mais afeta as mulheres, perdendo apenas para o câncer de mama e o câncer colorretal.
Contudo, quanto mais cedo for o diagnóstico do câncer de colo de útero, maiores são as chances de tratamento e de cura, incluindo a manutenção da fertilidade para as mulheres que desejam ter filhos.

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Você sabia que é completamente possível manter a fertilidade em casos de diagnóstico precoce do câncer de colo de útero

Ao longo dos anos, as mulheres vêm buscando informações e estão cada vez mais conscientes sobre a sua saúde feminina e sexual. 

Com isso, a realização de exames periódicos vem se tornando parte da rotina feminina, principalmente no combate ao câncer de colo de útero. 

A seguir, vamos falar sobre o câncer de colo de útero, seus sintomas e como manter a fertilidade com o diagnóstico precoce. 

 

O que é o câncer de colo de útero?

O câncer de colo de útero é um dos tipos de câncer causados pela infecção por alguns tipos do Papilomavírus Humanos (HPV). 

Assim, este é o terceiro tipo de câncer que mais afeta as mulheres, perdendo apenas para o câncer de mama e o câncer colorretal. 

Contudo, quanto mais cedo for o diagnóstico do câncer de colo de útero, maiores são as chances de tratamento e de cura, incluindo a manutenção da fertilidade para as mulheres que desejam ter filhos. 

 

Fatores de risco 

Existem alguns fatores que aumentam o risco de câncer de colo de útero, como por exemplo: 

 

  • Início de uma vida sxualmente ativa muito cedo; 
  • Múltiplos parceiros e atividades sexuais sem preservativos; 
  • Tabagismo, principalmente em casos em que a mulher consome grande quantidade de cigarros; 
  • Uso prolongado de pílulas anticoncepcionais. 

 

Todos esses aspectos influenciam diretamente na saúde feminina e contribuem para o surgimento do câncer de colo de útero. 

Contudo, é possível identificá-lo em estágio inicial e dar início ao tratamento, já que o câncer de colo de útero possui 98% de probabilidade de cura neste estágio. 

 

Sinais e sintomas do câncer de colo de útero

É importante destacar que o câncer de colo de útero não apresenta sintomas em seu estágio inicial, mas é possível identificá-lo a partir de exames como Papanicolau (preventivo anual). 

Contudo, existem alguns sintomas que pode ser um alerta para a saúde feminina, como por exemplo: 

 

  • Sangramento vaginal que vai e volta; 
  • Sangramento vaginal após relações sexuais; 
  • Secreção vaginal anormal; 
  • Dor abdominal associada a dores urinárias e queixas intestinais. 

 

Em qualquer uma destas hipóteses, é fundamental buscar um profissional e fazer os exames para identificar a possibilidade de câncer de colo de útero. 

 

Câncer de colo de útero e fertilidade 

É importante dizer que quanto mais cedo forem identificadas as lesões no colo do útero, mais viável e tranquilo será o tratamento. 

Por isso, é fundamental que a mulher faça os seus exames de rotina de forma periódica, pois se for identificado o tumor em seu estágio inicial, é possível realizar o procedimento cirúrgico. 

Este procedimento pode ser pequeno, que é a conização, onde são avaliadas a gravidade das lesões no colo do útero, ou pode ser maior, que é chamado de traquelectomia. 

Na traquelectomia, é retirado o colo do útero e a parte superior da vagina, contudo a fertilidade é mantida, possibilitando uma nova gestação. 

Entretanto, é importante dizer que para que a fertilidade seja mantida, é necessário estar em dia com os seus exames e possuir características que possibilitem o tratamento de forma efetiva. 

 

Fique ligado!

o câncer de colo de útero é identificado a partir de exames de rotina. Por isso, se você possui faixa etária entre 24 a 64 anos, deve fazer o preventivo anualmente, e se possível, se vacinar contra o HPV. 

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Sintomas de câncer de pele https://www.oncocorpore.com.br/sintomas-de-cancer-de-pele/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=sintomas-de-cancer-de-pele Thu, 23 Dec 2021 19:00:07 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16207 O câncer de pele é uma das doenças mais comuns do Brasil, atingindo grande parte da população devido à exposição ao sol sem proteção adequada.
Contudo, existem alguns aspectos que devem ser observados para identificar a possibilidade de um câncer de pele, e vamos falar deles e dos sintomas de câncer de pele a seguir.

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O câncer de pele é uma das doenças mais comuns do Brasil, atingindo grande parte da população devido à exposição ao sol sem proteção adequada. 

Contudo, existem alguns aspectos que devem ser observados para identificar a possibilidade de um câncer de pele, e vamos falar deles e dos sintomas de câncer de pele a seguir. 

 

O que é o câncer de pele?

O câncer de pele consiste no surgimento de tumores na pele, os quais se multiplicam e dão origem aos tipos de câncer, sendo muito mais comuns em pessoas de 40 anos que se expõem em excesso ao sol. 

Sendo assim, os tipos de câncer de pele são: 

 

  • Câncer de pele melanoma, onde o câncer atinge as células que produzem melanina, que é a substância que dá origem a cor da pele, sendo este o mais popular em adultos de pele clara; 
  • Câncer de pele não melanoma, sendo o mais comum no Brasil, que apresenta tumores malignos, que é o mais registrado no país. 

 

É importante destacar que o câncer de pele não melanoma, apesar de ser o mais frequente, possui baixa taxa de mortalidade e alta chance de cura. 

Além disso, o câncer de pele não melanoma possui alta chance de cura, contudo é necessário identificá-lo e tratá-lo o quanto antes. 

 

Como identificar o câncer de pele

Existem alguns aspectos que devem ser analisados para identificar a existência de um câncer de pele, os quais são abordados no exame ABCD. 

Este exame é um exame muito simples, e consiste na análise e observação de algumas características da pele, como a existência de manchas e pintas na pele. 

Além disso, o exame observa: 

 

  • Assimetria da lesão, ou seja, se a lesão da pele apresenta diferenças nas bordas; 
  • Existência de bordas irregulares, que é quando o contorno da mancha, pintas ou sinais não tem aspecto liso;
  • Coloração da pele no local da lesão, se apresenta cores como preto, marrom, vermelho ou castanho; 
  • Diâmetro da lesão, que pode ter um tamanho maior que 6mm. 

 

Todos esses aspectos podem ser analisados por você mesmo em casa, e caso apresente algum destes itens é fundamental procurar ajuda profissional para ter o diagnóstico correto.  

Além disso, é importante destacar que no caso do câncer de pele, você deve procurar um dermatologista, o qual irá fazer todos os exames e identificar a existência ou não da doença. 

 

Sintomas de câncer de pele 

Dependendo do tipo do câncer de pele, ele pode apresentar sintomas diferentes em cada tipo de câncer. 

No caso do câncer de pele não melanoma os sintomas podem ser: 

 

  • Feridas ou nódulos pequenos, que podem possuir cor branca, avermelhada ou rosa, que pode causar bastante coceira e incômodo; 
  • Feridas na pele que crescem de forma rápida e formam casquinhas, acompanhadas de coceira e secreção; 
  • Feridas na pele que não cicatrizam e sangram durante semanas; 
  • Verrugas que crescem. 

 

Já no caso do câncer de pele melanoma, os sintomas podem ser: 

 

  • Sinais ou manchas escuras na pele; 
  • Manchas e sinais com bordas irregulares, as quais podem ser acompanhadas de coceira e descamação na pele; 
  • Alteração da coloração e formato das manchas. 

 

Em qualquer um dos casos, é fundamental estar atento aos sintomas e buscar ajuda médica, fazendo exames regulares e cuidando da pele o quanto antes. 

 

Os sintomas de câncer de pele podem variar de acordo com o tipo e com o estágio em que a doença se encontra, conforme trouxemos acima. 

Por isso, é muito importante estar atento aos sintomas e ao aspecto da sua pele, para identificar a doença o quanto antes e buscar ajuda e tratamento profissional.

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A importância da campanha novembro azul https://www.oncocorpore.com.br/a-importancia-da-campanha-novembro-azul/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-importancia-da-campanha-novembro-azul Tue, 16 Nov 2021 16:18:32 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16145 O mês de novembro chega e com ele as campanhas acerca dos cuidados de saúde e conscientização vão se intensificando, e uma das mais populares é a campanha Novembro Azul.
Esta campanha visa conscientizar e apoiar os cuidados à saúde masculina, especialmente acerca do câncer de próstata.
Para saber mais sobre a campanha e sua importância, leia este artigo até o final.

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O mês de novembro chega e com ele as campanhas acerca dos cuidados de saúde e conscientização vão se intensificando, e uma das mais populares é a campanha Novembro Azul

Esta campanha visa conscientizar e apoiar os cuidados à saúde masculina, especialmente acerca do câncer de próstata. 

Para saber mais sobre a campanha e sua importância, leia este artigo até o final. 

 

Novembro Azul e sua importância 

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), o índice de mortalidade pelo câncer de próstata é de 28,6%, o que é muito preocupante para a população masculina. 

Em 2020, foram diagnosticados cerca de 65.840 novos casos de câncer de próstata no país. 

Pensando nisso, surgiu a campanha Novembro Azul, visando promover eventos e ações de conscientização acerca dos cuidados com a saúde masculina. 

Assim, a campanha Novembro Azul tem o objetivo de quebrar tabus masculinos e divulgar informações sobre o câncer de próstata, tratamentos e a importância dos cuidados prévios. 

Nesse sentido, esta campanha promove diversas ações como debates, conversas e divulgação de informações sobre as doenças que afetam os homens, além de consultas e exames em massa para a população masculina. 

 

Doenças que mais afetam os homens 

A campanha Novembro Azul vai muito além de cuidar do câncer de próstata, pois existem diversas doenças que atingem os homens em sua melhor idade. 

Podemos citar como outros exemplos de doenças que atingem os homens: 

 

  • Câncer de pele não melanoma; 
  • Tumor nos testículos, que é muito comum em homens com faixa etária entre 20 a 40 anos de idade; 
  • Disfunção erétil, que pode ser causada por problemas circulatórios, doenças como diabetes, pressão alta e tabagismo; 
  • Andropausa, que é a diminuição dos hormônios sexuais masculinos; 
  • Câncer de pênis, que está diretamente relacionado com a má higiene corporal.

 

Por isso, a campanha Novembro Azul traz diálogos, palestras e informações sobre a saúde do homem e como cuidar da saúde após os 40 anos de idade. 

 

Por que se preocupar com o câncer de próstata? 

Um dos detalhes mais preocupantes sobre o câncer de próstata é o fato de ser uma doença silenciosa, e a maioria dos homens não apresenta nenhum sintoma até a sua fase avançada. 

Por isso, os homens devem sempre estar alinhados com a sua saúde, fazendo as suas consultas médicas e acompanhando a saúde bem de perto. 

Além disso, hábitos saudáveis também influenciam drasticamente na saúde masculina e na probabilidade do surgimento de doenças. Podemos citar como exemplos de hábitos saudáveis: 

 

  • Dieta balanceada; 
  • Prática de atividades de forma regular; 
  • Peso ideal; 
  • Diminuição no consumo de álcool e tabaco. 

 

Além desses cuidados, é muito importante cuidar da saúde e iniciar os exames de rastreamento e acompanhamento aos 50 anos, e em casos de homens com fatores de risco, aos 45 anos. 

Quando feito por um bom profissional, o exame de toque real é muito rápido, durando aproximadamente 5 segundos. 

Por isso, é fundamental iniciar as investigações e cuidados mais cedo, para que seja possível identificar e se necessário tratar da doença de forma efetiva. 

 

Conclusão 

É notável que a campanha Novembro Azul é fundamental para a promoção da saúde e conscientização da população masculina. 

Além disso, esta campanha é fundamental para quebrar tabus e esclarecer as mais diversas dúvidas acerca do câncer de próstata e dos exames que devem ser feitos de forma preventiva. 

Por isso, se você está na faixa etária acima dos 45 anos de idade, não hesite em procurar um bom profissional para iniciar os seus cuidados com a sua saúde, pois este pode ser o “toque” que pode lhe salvar.

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Leucemia: Conheça os Sintomas e tratamentos https://www.oncocorpore.com.br/leucemia-conheca-os-sintomas-e-tratamentos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=leucemia-conheca-os-sintomas-e-tratamentos Wed, 27 Oct 2021 17:15:02 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16099 A leucemia é um câncer que afeta os tecidos formadores de sangue do corpo, como a medula óssea e o sistema linfático.
A doença afeta os glóbulos brancos, que desempenham um papel no combate às infecções.
Existem muitos tipos de leucemia, alguns são mais comuns em crianças e alguns são mais comuns em adultos.
Saiba mais sobre a doença lendo abaixo.

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A leucemia é um câncer que afeta os tecidos formadores de sangue do corpo, como a medula óssea e o sistema linfático.

A doença afeta os glóbulos brancos, que desempenham um papel no combate às infecções. 

Eles geralmente crescem e se dividem de maneira ordenada de acordo com as necessidades do corpo, mas em pacientes com leucemia, essas estruturas são anormais e, portanto, não podem funcionar normalmente.

Existem muitos tipos de leucemia, alguns são mais comuns em crianças e alguns são mais comuns em adultos. 

Saiba mais sobre a doença lendo abaixo.

 

Quais as causas da leucemia?

Embora existam vários fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento de câncer, a causa exata da leucemia não é clara.

Esse problema é causado por alterações genéticas adquiridas (não hereditárias) no DNA que fazem com que as células se dividam da maneira errada, mais rapidamente.

Com o tempo, essas células anormais podem substituir as células saudáveis ​​na medula óssea, resultando em uma diminuição no número de leucócitos, o que caracteriza a leucemia.

 

E quais os sintomas?

Os sintomas da leucemia variam de acordo com o tipo. A leucemia aguda pode causar sintomas semelhantes aos da gripe e ocorrer repentinamente.

Por outro lado, a leucemia crônica é assintomática ou causa apenas alguns sintomas e geralmente se desenvolve de forma insidiosa. Pessoas com doenças crônicas podem reclamar de suas más condições físicas.

Os sintomas mais comuns incluem:

 

  • Anemia;
  • Tontura;
  • Febre e fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Perda de peso;
  • Fraqueza;
  • Hemorragias nasais;
  • Dor nos ossos e/ou articulações.

 

Quais os fatores de risco?

Há evidências de que certos fatores aumentam o risco de leucemia. São eles:

 

Muita exposição à radiação

A alta exposição à radiação pode ser um fator de risco para leucemia.

 

Quimioterapia e radioterapia

Pessoas que receberam outros tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia, têm maior risco de desenvolver leucemia, especialmente quando são tratadas ao mesmo tempo.

 

Tabagismo

Fumar é um hábito que aumenta o risco de certos tipos de leucemia, especialmente a leucemia mieloide aguda.

 

Exposição a produtos químicos 

A exposição a certos produtos químicos, como o benzeno, pode aumentar a chance de desenvolver leucemia. É encontrado na gasolina sem chumbo e utilizado na indústria química.

Outro produto que aumenta o risco é o formol. Operários, farmacêuticos, conservantes e outros podem estar expostos ao formol no trabalho.

 

Problemas genéticos

Devido a mutações genéticas, algumas doenças estão associadas a um risco aumentado de câncer, incluindo leucemia.

Essas doenças são:

 

  • Síndrome de Bloom;
  • Síndrome de Louis-Bar;
  • Anemia de Fanconi;
  • Síndrome de Down.

 

Tipos de leucemia

Existem vários tipos, principalmente divididos em leucemia aguda (crescimento rápido) ou leucemia crônica (crescimento lento).

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são os seguintes tipos:

 

Leucemia linfoide aguda

Ela ataca os linfócitos e se deteriora rapidamente. Este tipo de câncer pode se espalhar para outras partes do corpo, como os gânglios linfáticos, fígado, baço, sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) e testículos.

Esta é a forma mais comum em crianças pequenas, mas também pode ocorrer em adultos.

 

Leucemia mieloide aguda

Ataca as células da medula óssea, por isso desenvolve-se rapidamente e pode se espalhar para outras partes do corpo.

Ocorre em adultos e crianças, mas a frequência aumenta com a idade e é mais comum em idosos.

 

Leucemia mieloide crônica

Esse tipo afeta as células da medula óssea, que se desenvolvem lentamente no início. Afeta principalmente adultos. Aproximadamente 15 casos de leucemia em adultos são desse tipo.

 

Leucemia linfocítica crônica

Ela afeta os linfócitos e se desenvolve lentamente. A maioria das pessoas diagnosticadas com esta doença são adultos com mais de 55 anos de idade. 

Raramente afeta crianças e é responsável por cerca de um terço de todas as leucemias.

 

Possíveis tratamentos

O tratamento visa destruir as células leucêmicas para que a medula óssea volte a produzir células normais.

Dependem do tipo de leucemia e de outros fatores, como idade, estágio da doença, anormalidades genéticas e estado geral de saúde, o que significa que podem incluir várias combinações com base nas características do paciente.

As opções de tratamento para leucemia são:

 

  • Radioterapia;
  • Quimioterapia;
  • Terapia direcionada;
  • Terapia de apoio;
  • Transplante de medula óssea.

 

Como prevenir?

A maioria dos casos de leucemia não pode ser prevenida com precisão porque a causa é desconhecida.

Porém, algumas medidas relacionadas ao aumento do risco de doenças podem ser evitadas, como: tabagismo e exposição à radiação e produtos químicos.

 

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Entenda a relação do câncer e a bebida alcoólica. https://www.oncocorpore.com.br/entenda-a-relacao-do-cancer-e-a-bebida-alcoolica/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=entenda-a-relacao-do-cancer-e-a-bebida-alcoolica Thu, 26 Aug 2021 16:40:11 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=15882 Bebida alcoólica e câncer: essa relação aumenta a probabilidade de surgimento de um tumor. Estudos mostram que a bebida alcoólica é a causa de aproximadamente 6 mortes em todo o mundo. Isso aumenta o risco de câncer oral, câncer de garganta, câncer de esôfago, câncer de fígado, câncer de intestino e câncer de tórax. Quer entender um pouco mais sobre esse assunto? Continue a leitura.

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Bebida alcoólica e câncer: essa relação aumenta a probabilidade de surgimento de um tumor.

E isso não é válido apenas para quem bebe muito (mais de 21 doses por semana): cada quantidade de álcool consumida aumenta o risco de certos tipos de câncer.

Estudos mostram que a bebida alcoólica é a causa de aproximadamente 6 mortes em todo o mundo. Isso aumenta o risco de câncer oral, câncer de garganta, câncer de esôfago, câncer de fígado, câncer de intestino e câncer de tórax.

Também há evidências de que o álcool pode estar relacionado à formação de tumores estomacais e pancreáticos.

Os especialistas explicaram que todos os tipos de bebidas alcoólicas são potencialmente cancerígenos e apenas diferentes concentrações de álcool podem fazer das bebidas melhores ou piores.

Alguns estudos mostraram que mesmo o consumo de álcool socialmente pode aumentar o risco de certos tipos de tumores. Obviamente, a quantidade de líquido que você bebe tem um grande impacto, especialmente se o seu teor de álcool for mais alto, como as bebidas destiladas.

No entanto, os limites de dose aceitáveis ​​não foram estabelecidos na medicina porque não há consenso sobre os valores de segurança.

Quer entender um pouco mais sobre esse assunto? Continue a leitura.

 

Reações no corpo

O álcool responde de maneira diferente a cada parte do corpo:

 

Boca, esôfago e laringe

Ao aumentar a permeabilidade da mucosa oral, esôfago e laringe, o álcool pode tornar os carcinógenos mais facilmente penetrados.

Danos a esses tecidos irão alterar a capacidade dessas células de reparar DNA e produzir mutações, e os tumores são causados ​​pelo acúmulo de mutações e alterações no DNA.

 

Mamas

O álcool aumenta o nível de certos hormônios, como o estrogênio, que é a causa dos tumores de mama com maior probabilidade de ocorrer.

 

Fígado

A maior parte da bebida alcoólica é metabolizada neste órgão. Os produtos metabólicos que resultam desse metabolismo, como o acetaldeído, são tóxicos para o fígado e podem causar lesões, cirrose ou aumento do risco de câncer de fígado.

 

Intestino

Entre diversos efeitos, com o consumo de bebida alcoólica, muda-se a absorção de nutrientes anticancerígenos, como o ácido fólico, necessários para proteger o intestino.

 

Além dos efeitos no corpo, os especialistas apontam que o consumo de álcool pode causar interações medicamentosas. 

Em pacientes com câncer, o álcool também ajuda a enfraquecer ainda mais o sistema imunológico que já foi enfraquecido pelo tumor.

 

Tipos de câncer relacionados ao consumo de álcool

Há uma forte evidência científica de que o consumo de álcool pode causar muitos tipos de câncer.

Há evidências de que quanto mais bebida alcoólica uma pessoa bebe, maior o risco de cânceres relacionados ao álcool, especialmente porque bebem regularmente ao longo do tempo.

De consumidores moderados (apenas 1 dose de álcool por dia) a aqueles que pensam ter transtorno compulsivo em relação ao álcool, esses têm um risco maior de certos tipos de câncer.

 

Câncer de pescoço e cabeça

O consumo de bebida alcoólica está associado a um risco aumentado de certos tipos de câncer de cabeça e pescoço.

Além disso, em comparação com beber ou fumar isoladamente, beber e fumar ao mesmo tempo aumenta o risco de câncer de cabeça e pescoço.

 

Câncer de esôfago

O consumo de álcool está associado a um risco aumentado de carcinoma de células escamosas do esôfago. Em comparação com o consumo de refrigerantes, o risco varia de 1,3 vezes para refrigerantes a quase 5 vezes o dos destilados.

Além disso, as pessoas com deficiência hereditária da enzima degradante do álcool têm um risco significativamente aumentado de carcinoma de células escamosas do esôfago quando bebem álcool.

 

Câncer de fígado

O consumo prolongado de álcool está associado a um aumento de duas vezes no risco de dois tipos de câncer de fígado: carcinoma hepatocelular e colangiocarcinoma intra-hepático.

 

Câncer de mama

Beber apenas alguns copos de álcool por semana também pode aumentar o risco de câncer de mama em mulheres. Beber menos álcool pode ser uma forma importante de reduzir o risco de câncer de mama.

 

Câncer de reto

Pessoas que bebem de forma moderada a quem consome muita bebida alcoólica têm 1,2-1,5 vezes mais probabilidade de desenvolver câncer de cólon do que aqueles que não bebem.

 

Vários estudos foram realizados para determinar se há uma ligação entre o consumo de bebida alcoólica o risco de outros tipos de câncer.

Há evidências de que o álcool está associado a um risco aumentado de melanoma, câncer de próstata e câncer de pâncreas, como já havíamos falado.

No entanto, nenhuma associação consistente com o consumo de álcool foi encontrada em câncer de ovário, câncer de estômago, câncer de útero e câncer de bexiga.

Em vários estudos, o consumo de álcool também foi associado a um risco reduzido de câncer renal e linfoma não-Hodgkin.

No entanto, todos os possíveis benefícios do consumo de álcool na redução do risco de certos tipos de câncer podem ser compensados ​​pelos danos do seu consumo.

 

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A obesidade aumenta o risco de câncer? https://www.oncocorpore.com.br/obesidade-aumenta-risco-cancer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=obesidade-aumenta-risco-cancer https://www.oncocorpore.com.br/obesidade-aumenta-risco-cancer/#respond Fri, 19 Jun 2020 18:01:43 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14477 A obesidade está na segunda posição entre as causas mais prováveis de câncer, só perdendo para o tabagismo. A população tem que se conscientizar. Saiba mais

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Obesidade é fator de risco para o desenvolvimento do câncer. 

 

A obesidade é caracterizada pelo Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 30 e ela aumenta sim o risco de câncer. 

No Brasil os índices de obesidade só vem aumentando. De acordo com o Ministério da Saúde, nos últimos 13 anos tivemos um aumento de 67,8%. Em 2018 foi constatado que mais da metade da população brasileira está acima do peso, cerca de 55,7%.

A relação da obesidade com o câncer é determinada por alguns fatores no processo biológico ligados ao peso, como:

  1. Inflamação crônica: Com a obesidade, o organismo se mantém sempre inflamado, liberando hormônios e alterando o metabolismo de forma a criar ou acelerar a danificação das células. 
  2. Aumento de vasos sanguíneos. A obesidade favorece a vascularização, ou seja, o crescimento de vasos sanguíneos, estado ideal para o crescimento de tumores. 
  3. Maior secreção de insulina. A obesidade torna a pessoa mais resistente à insulina, o hormônio que faz o controle dos níveis de açúcar no corpo. Resultado? O corpo produz mais insulina, transformando-se em excesso e aumentando a proliferação celular. 
  4. Mudança na microbiota intestinal. Estudos também mostram que a obesidade contribui para uma mudança no perfil das bactérias que compõem o trato intestinal, característica que também favorece uma maior inflamação.
  5. Níveis elevados de hormônios sexuais. A obesidade acaba estimulando o estrogênio, um hormônio feminino associado ao câncer de mama e de endométrio, por exemplo.

Estes fatores demonstram que pessoas obesas apresentam maior risco para o surgimento de tumores. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a obesidade aumenta o risco para o surgimento dos seguintes tipos de câncer:

  • Câncer de mama;
  • Câncer de endométrio;
  • Câncer de rim;
  • Câncer de fígado;
  • Câncer de próstata;
  • Câncer de bexiga;
  • Câncer de esôfago; e
  • Câncer colorretal. 

É por estes motivos que atualmente a obesidade está na segunda posição entre as causas mais prováveis de câncer, só perdendo para o tabagismo.

Apesar de todas essas evidências ainda há um grande desconhecimento da população para os riscos do sobrepeso e da obesidade. É necessário alertar as pessoas sobre a importância da boa alimentação e da prática de exercícios físicos regulares para a manutenção do peso e consequentemente da boa saúde. 

 

Se você tem mais dúvidas, fale com a nossa equipe. 

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