Tratamentos – OncoCorpore https://www.oncocorpore.com.br Clínica de Oncologia em Santos Mon, 24 Jan 2022 15:03:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.5.17 https://www.oncocorpore.com.br/wp-content/uploads/2020/04/cropped-favicon2-32x32.png Tratamentos – OncoCorpore https://www.oncocorpore.com.br 32 32 Convênios e os pacientes na luta contra o câncer https://www.oncocorpore.com.br/convenios-e-os-pacientes-na-luta-contra-o-cancer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=convenios-e-os-pacientes-na-luta-contra-o-cancer Fri, 28 Jan 2022 13:00:04 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16279 ontar com um bom convênio médico durante a investigação, o diagnóstico e o tratamento do câncer, sem dúvidas, proporciona muito mais segurança e tranquilidade para o paciente oncológico e sua família. Os convênios médicos atendem a diversas necessidades, de procedimentos preventivos a terapias e cirurgias, e simplificam a vida do paciente para que ele possa focar totalmente no tratamento do câncer e na sua recuperação. Confira!

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Convênios

Contar com um bom convênio médico durante a investigação, o diagnóstico e o tratamento do câncer, sem dúvidas, proporciona muito mais segurança e tranquilidade para o paciente oncológico e sua família.

Muitas pessoas, no entanto, ainda desconhecem os benefícios de um plano de saúde não apenas para quem convive com a doença, mas também para aqueles que se preocupam com a prevenção, principalmente quando há histórico familiar.  

Os convênios médicos atendem a diversas necessidades, de procedimentos preventivos a terapias e cirurgias, e simplificam a vida do paciente para que ele possa focar totalmente no tratamento do câncer e na sua recuperação. Confira!

 

A importância do convênio médico para o paciente com câncer

A descoberta de um câncer sempre vem acompanhada de medos e dúvidas. Por mais que o diagnóstico precoce e as inovações nos tratamentos tragam perspectivas positivas em relação à cura, a doença ainda provoca muitos questionamentos.

Nesse momento, é fundamental dispor de uma equipe médica competente para responder a todas essas perguntas, esclarecer o quadro e orientar corretamente o paciente quanto à terapia mais indicada.

As vantagens de contar com um bom plano de saúde são inúmeras. Entre elas, está o número ilimitado a consultas e exames na rede credenciada, a facilidade de agendamento, o acesso a cirurgias e internações, entre outros.

O convênio também cobre o tratamento para doenças complexas, como o câncer. Por lei, planos e seguros de saúde devem oferecer uma cobertura mínima para a doença, ainda que as condições do contrato possam variar de uma empresa para outra.

 

É possível contratar um convênio após o diagnóstico de câncer?

O direito de acesso ao plano de saúde é assegurado ao paciente oncológico. Ou seja, o convênio médico não pode, sob nenhuma justificativa, se recusar a aceitar um paciente com câncer que queira contratar o serviço.

Entretanto, antes de firmar o contrato, é de extrema importância analisar minuciosamente as condições estipuladas por cada operadora para doenças preexistentes ou graves, evitando assim qualquer tipo de transtorno durante o tratamento do tumor diagnosticado.

Vale frisar que a cobertura de consultas, exames, terapias e cirurgias varia conforme a segmentação contratada pelo usuário do plano de saúde. Por isso, observar com atenção a descrição dos serviços oferecidos, bem como o período de carência, é essencial.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) determina, no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, os procedimentos mínimos que o convênio médico deve cobrir, respeitando o segmento escolhido.

O documento, atualizado a cada dois anos, está disponível para consulta online.  

 

Serviços oferecidos pelo OncoCorpore para pacientes com convênio

O OncoCorpore é composto por uma equipe multidisciplinar que une diferentes especialidades com o propósito de oferecer o melhor e mais completo tratamento para pacientes oncológicos da Baixada Santista.

Pacientes com convênios médicos atendidos pelo OncoCorpore poderão se consultar com oncologistas, hematologistas, reumatologistas, nutricionistas e psicólogos, que formam o nosso corpo clínico.

Além disso, a partir das indicações criteriosamente feitas pelos nossos especialistas, terão acesso a tratamentos de ponta, como: quimioterapia, imunoterapia, hormonioterapia e infusões não-oncológicas.       

 

Convênios atendidos pelo OncoCorpore

Um dos principais compromissos do OncoCorpore é oferecer atendimento e tratamento de alto padrão para um número cada vez maior de pacientes com câncer, proporcionando mais qualidade de vida em todas as etapas do processo.

Por isso, atualmente, atendemos mais de 20 convênios médicos, ampliando o acesso ao nosso corpo clínico, composto por profissionais extremamente qualificados, e também às mais avançadas tecnologias de combate à doença. 

Para saber se o seu plano de saúde cobre as consultas e os tratamentos de câncer no OncoCorpore, confira a lista disponível no nosso site ou entre em contato com o seu convênio médico para solicitar mais informações.

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Leucemia: Conheça os Sintomas e tratamentos https://www.oncocorpore.com.br/leucemia-conheca-os-sintomas-e-tratamentos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=leucemia-conheca-os-sintomas-e-tratamentos Wed, 27 Oct 2021 17:15:02 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=16099 A leucemia é um câncer que afeta os tecidos formadores de sangue do corpo, como a medula óssea e o sistema linfático.
A doença afeta os glóbulos brancos, que desempenham um papel no combate às infecções.
Existem muitos tipos de leucemia, alguns são mais comuns em crianças e alguns são mais comuns em adultos.
Saiba mais sobre a doença lendo abaixo.

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A leucemia é um câncer que afeta os tecidos formadores de sangue do corpo, como a medula óssea e o sistema linfático.

A doença afeta os glóbulos brancos, que desempenham um papel no combate às infecções. 

Eles geralmente crescem e se dividem de maneira ordenada de acordo com as necessidades do corpo, mas em pacientes com leucemia, essas estruturas são anormais e, portanto, não podem funcionar normalmente.

Existem muitos tipos de leucemia, alguns são mais comuns em crianças e alguns são mais comuns em adultos. 

Saiba mais sobre a doença lendo abaixo.

 

Quais as causas da leucemia?

Embora existam vários fatores de risco que podem levar ao desenvolvimento de câncer, a causa exata da leucemia não é clara.

Esse problema é causado por alterações genéticas adquiridas (não hereditárias) no DNA que fazem com que as células se dividam da maneira errada, mais rapidamente.

Com o tempo, essas células anormais podem substituir as células saudáveis ​​na medula óssea, resultando em uma diminuição no número de leucócitos, o que caracteriza a leucemia.

 

E quais os sintomas?

Os sintomas da leucemia variam de acordo com o tipo. A leucemia aguda pode causar sintomas semelhantes aos da gripe e ocorrer repentinamente.

Por outro lado, a leucemia crônica é assintomática ou causa apenas alguns sintomas e geralmente se desenvolve de forma insidiosa. Pessoas com doenças crônicas podem reclamar de suas más condições físicas.

Os sintomas mais comuns incluem:

 

  • Anemia;
  • Tontura;
  • Febre e fadiga;
  • Falta de apetite;
  • Perda de peso;
  • Fraqueza;
  • Hemorragias nasais;
  • Dor nos ossos e/ou articulações.

 

Quais os fatores de risco?

Há evidências de que certos fatores aumentam o risco de leucemia. São eles:

 

Muita exposição à radiação

A alta exposição à radiação pode ser um fator de risco para leucemia.

 

Quimioterapia e radioterapia

Pessoas que receberam outros tratamentos contra o câncer, como quimioterapia e radioterapia, têm maior risco de desenvolver leucemia, especialmente quando são tratadas ao mesmo tempo.

 

Tabagismo

Fumar é um hábito que aumenta o risco de certos tipos de leucemia, especialmente a leucemia mieloide aguda.

 

Exposição a produtos químicos 

A exposição a certos produtos químicos, como o benzeno, pode aumentar a chance de desenvolver leucemia. É encontrado na gasolina sem chumbo e utilizado na indústria química.

Outro produto que aumenta o risco é o formol. Operários, farmacêuticos, conservantes e outros podem estar expostos ao formol no trabalho.

 

Problemas genéticos

Devido a mutações genéticas, algumas doenças estão associadas a um risco aumentado de câncer, incluindo leucemia.

Essas doenças são:

 

  • Síndrome de Bloom;
  • Síndrome de Louis-Bar;
  • Anemia de Fanconi;
  • Síndrome de Down.

 

Tipos de leucemia

Existem vários tipos, principalmente divididos em leucemia aguda (crescimento rápido) ou leucemia crônica (crescimento lento).

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), são os seguintes tipos:

 

Leucemia linfoide aguda

Ela ataca os linfócitos e se deteriora rapidamente. Este tipo de câncer pode se espalhar para outras partes do corpo, como os gânglios linfáticos, fígado, baço, sistema nervoso central (cérebro e medula espinhal) e testículos.

Esta é a forma mais comum em crianças pequenas, mas também pode ocorrer em adultos.

 

Leucemia mieloide aguda

Ataca as células da medula óssea, por isso desenvolve-se rapidamente e pode se espalhar para outras partes do corpo.

Ocorre em adultos e crianças, mas a frequência aumenta com a idade e é mais comum em idosos.

 

Leucemia mieloide crônica

Esse tipo afeta as células da medula óssea, que se desenvolvem lentamente no início. Afeta principalmente adultos. Aproximadamente 15 casos de leucemia em adultos são desse tipo.

 

Leucemia linfocítica crônica

Ela afeta os linfócitos e se desenvolve lentamente. A maioria das pessoas diagnosticadas com esta doença são adultos com mais de 55 anos de idade. 

Raramente afeta crianças e é responsável por cerca de um terço de todas as leucemias.

 

Possíveis tratamentos

O tratamento visa destruir as células leucêmicas para que a medula óssea volte a produzir células normais.

Dependem do tipo de leucemia e de outros fatores, como idade, estágio da doença, anormalidades genéticas e estado geral de saúde, o que significa que podem incluir várias combinações com base nas características do paciente.

As opções de tratamento para leucemia são:

 

  • Radioterapia;
  • Quimioterapia;
  • Terapia direcionada;
  • Terapia de apoio;
  • Transplante de medula óssea.

 

Como prevenir?

A maioria dos casos de leucemia não pode ser prevenida com precisão porque a causa é desconhecida.

Porém, algumas medidas relacionadas ao aumento do risco de doenças podem ser evitadas, como: tabagismo e exposição à radiação e produtos químicos.

 

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A importância do Nutricionista durante o tratamento oncológico https://www.oncocorpore.com.br/a-importancia-do-nutricionista-durante-o-tratamento-oncologico/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-importancia-do-nutricionista-durante-o-tratamento-oncologico Wed, 13 Oct 2021 18:21:17 +0000 https://www.oncocorpore.com.br/?p=15982 Uma boa nutrição não só ajuda a um corpo saudável, mas também minimiza os efeitos colaterais durante e após o tratamento.
Se você não tem certeza de como manter uma alimentação balanceada, o melhor é consultar um profissional, pois o nutricionista faz parte de uma equipe multidisciplinar que atende pacientes com câncer.
Vamos entender melhor como esse profissional pode ajudar no seu tratamento?

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A nutrição é um processo que envolve a absorção de nutrientes dos alimentos e como usá-los para realizar funções corporais importantes, e uma boa nutrição é essencial para uma boa saúde.

Comer certos alimentos antes, durante e depois do tratamento do câncer ajuda a fortalecer o corpo e faz com que o paciente se sinta melhor e tenha mais disposição. 

Uma alimentação saudável significa comer bem e comer alimentos que contenham nutrientes importantes e necessários ao corpo humano, como minerais, vitaminas, proteínas, carboidratos, gordura e água.

Uma boa nutrição não só ajuda a um corpo saudável, mas também minimiza os efeitos colaterais durante e após o tratamento.

Se você não tem certeza de como manter uma alimentação balanceada, o melhor é consultar um profissional, pois o nutricionista faz parte de uma equipe multidisciplinar que atende pacientes com câncer.

Vamos entender melhor como esse profissional pode ajudar no seu tratamento?

 

Os efeitos colaterais do tratamento oncológico podem afetar a sua nutrição

Os sintomas da doença e os efeitos colaterais do tratamento dificultam uma alimentação saudável. 

Quimioterapia, terapia hormonal, radioterapia, cirurgia, imunoterapia e transplante de medula óssea são métodos de tratamento comumente usados ​​no tratamento do câncer. Isso afetará a dieta do paciente.

Quando órgãos como cabeça e pescoço, esôfago, estômago, intestinos, pâncreas ou fígado são afetados por doenças e efeitos colaterais do tratamento do câncer, é difícil absorver nutrientes suficientes para manter o paciente funcionando normalmente.

 

Os tratamentos do câncer podem causar desnutrição

O câncer e o tratamento podem afetar o paladar, o olfato, o apetite e a capacidade do paciente de absorver nutrientes dos alimentos, o que pode levar à desnutrição devido à falta de nutrientes essenciais.

A desnutrição pode fazer com que os pacientes se sintam fracos, cansados ​​e incapazes de combater as infecções. 

Em alguns casos, o tratamento do câncer pode ser concluído. Como todos sabemos, a desnutrição promove a progressão da doença.

 

Avaliação da saúde do paciente com câncer

Alguns testes de rastreamento ajudam a diagnosticar problemas de saúde que podem indicar risco de desnutrição e requerem tratamento dietético.

Os exames médicos observam os sinais de doença e a saúde geral do paciente, como perda de peso, perda muscular e retenção de líquidos no corpo.

Quesitos importantes que o nutricionista leva em consideração durante a avaliação:

 

  • Capacidade de caminhar e do paciente fazer suas atividades cotidianas, como se vestir, tomar banho, usar o banheiro, etc;
  • Problemas que afetaram a alimentação, como perda de apetite, náuseas, vômitos, diarreia, constipação, feridas na boca, boca seca, alterações no paladar ou dor;
  • Qualidade dos alimentos consumidos;
  • Variações de peso no último ano.

 

Alterações na dieta para melhorar a nutrição do paciente oncológico

O nutricionista conduzirá e desenvolverá um plano nutricional específico para cada paciente, além de alterar a dieta alimentar para reduzir os sintomas e efeitos colaterais do tratamento.

De acordo com as necessidades específicas de cada paciente, o nutricionista pode alterar não só o tipo de alimento, mas também a quantidade e frequência dos alimentos consumidos, bem como a forma como determinados alimentos são consumidos.

O nutricionista atua com outros membros da equipe de saúde para monitorar o estado nutricional do paciente durante e após o tratamento. A equipe médica pode incluir: médicos, enfermeiras, nutricionistas, assistentes sociais e psicólogos.

 

Objetivo do tratamento nutricional para pacientes com câncer avançado

O objetivo da boa nutrição para pacientes com câncer avançado é garantir a melhor qualidade de vida possível e controlar os sintomas que levam à doença e os efeitos colaterais do tratamento.

Além dos cuidados paliativos, os pacientes com doença avançada também podem receber certos tipos de tratamento contra o câncer. 

As metas nutricionais são diferentes para cada paciente e cada etapa do tratamento e, se não forem úteis para o paciente, serão ajustadas.

Como o tratamento é feito sob medida para a condição e o estágio de cada paciente, as metas nutricionais podem ser menos agressivas para deixar o paciente o mais confortável possível enquanto recebe uma nutrição adequada.

 

Tratamento dos sintomas

Se os efeitos colaterais do câncer e do tratamento do câncer afetarem sua dieta, você pode considerar fazer algumas mudanças para ajudar os pacientes a obter os nutrientes de que precisam para se manter saudáveis.

É importante planejar as refeições de acordo com as necessidades nutricionais dos pacientes e suas preferências alimentares, consumindo alimentos ricos em calorias, proteínas, vitaminas e minerais.

Veja em que casos o cuidado do nutricionista pode auxiliar:

 

  • Anorexia;
  • Náuseas;
  • Boca seca;
  • Vômitos;
  • Feridas na boca e aftas;
  • Alterações no paladar;
  • Problemas de deglutição e dores na garganta;
  • Ganho de peso;
  • Intolerância à lactose;

 

É muito importante que os pacientes com câncer discutam quaisquer sinais e sintomas que estejam experimentando com sua equipe médica em qualquer estágio da doença, independentemente do tratamento que estejam recebendo ou recebendo.

Também é importante que sua dieta seja monitorada por um nutricionista, que desenvolverá um plano nutricional ideal para cada paciente com base nas necessidades individuais de cada um, e lembre-se de que você tem o direito de saber da sua situação por completo.

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O que é e como funciona a terapia-alvo? https://www.oncocorpore.com.br/o-que-e-e-como-funciona-a-terapia-alvo/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-e-e-como-funciona-a-terapia-alvo https://www.oncocorpore.com.br/o-que-e-e-como-funciona-a-terapia-alvo/#respond Thu, 28 Jan 2021 20:36:35 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14938 Os tratamentos de câncer mais famosos são a quimioterapia e a radioterapia, mas existem outros métodos, dependendo de muitos fatores, a equipe médica pode apontar. Um desses métodos ainda pouco conhecidos é a terapia-alvo.

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Os tratamentos de câncer mais famosos são a quimioterapia e a radioterapia, mas existem outros métodos, dependendo de muitos fatores, a equipe médica pode apontar.

Um desses métodos ainda pouco conhecidos é a terapia-alvo. Espera-se que este seja mais específico, atuando principalmente nas células cancerosas e evitando a maioria das células saudáveis, reduzindo assim os efeitos colaterais.

No artigo de hoje iremos falar sobre o que é a terapia-alvo e como ela age no organismo.

Continue a leitura.

O que é a terapia-alvo?

Ao longo dos anos, as células cancerosas foram estudadas para compreender melhor suas propriedades. Com o melhor entendimento dos genes, proteínas e outras moléculas das células cancerosas, é possível desenvolver um novo tipo de tratamento, denominado terapia-alvo.

O principal objetivo é atingir e neutralizar as células cancerosas, inibir sua atividade e crescimento e, assim, combater a doença. 

Os medicamentos usados ​​são diferentes da quimioterapia e têm efeitos diversos.

 

Como funciona a terapia-alvo?

Com base nas características específicas que definem as células cancerosas, foram desenvolvidos medicamentos de terapia direcionada para identificar e atacar as células cancerosas no corpo.

Portanto, essas substâncias localizam e previnem o crescimento e a disseminação do câncer. 

Essas drogas baseiam-se nos fatores de reprodução celular, em que além de certos processos considerados anormais no organismo, existem células iguais que se reproduzem de forma descontrolada.

 

Quando a terapia-alvo é indicada?

Para determinar a prescrição da terapia-alvo, existe um teste denominado teste molecular que pode determinar a adequação do tratamento. 

Se o teste for positivo, o tratamento pode ser usado.

No entanto, este teste não é necessário em alguns casos porque eles são conhecidos como suscetíveis, pois têm vias celulares que são facilmente reconhecidas por drogas. 

Nestes casos, nenhum teste é necessário e o tratamento pode ser especificado.

O alvo pode ser um gene com uma mutação, uma proteína que só aparece em células cancerosas, uma proteína que se altera de forma anormal em uma célula ou mesmo uma proteína que é mais abundante em células cancerosas do que em células saudáveis. 

Qualquer um desses fatores é um método adequado para prescrever o tratamento.

No entanto, a prescrição depende do tipo, estágio e saúde do paciente. Embora esses efeitos colaterais sejam menos frequentes e/ou menos intensos, ainda podem existir efeitos colaterais.

 

Quais os efeitos colaterais da terapia-alvo?

O tratamento na forma de terapia-alvo é geralmente administrado por via oral por meio de comprimidos ou cápsulas. Portanto, eles podem interagir com outros medicamentos de uso diário (como antiácidos).

Os efeitos colaterais da terapia-alvo são diferentes daqueles observados com a quimioterapia. 

Em comparação com a quimioterapia convencional, a incidência de náuseas, vômitos e queda de cabelo (queda de cabelo) pode ser menor.

Outros efeitos colaterais ainda podem ser relatados, como erupção na pele, pele seca e fadiga. 

Além disso, mudanças na coagulação e na cura de ferimentos e insuficiência cardíaca também foram relatadas.

 

De que forma eu posso amenizar os efeitos colaterais da terapia-alvo?

Primeiro, o paciente deve informar o médico sobre os medicamentos diários que toma regularmente. 

Alguns desses medicamentos podem interagir com a terapia-alvo, de modo que os médicos podem prescrever alternativas aos medicamentos usados ​​diariamente para evitar essas interações.

Outro ponto importante é sempre seguir as orientações médicas sobre dosagem e duração da medicação. 

É imprescindível que mesmo que os pacientes precisem usar aparelhos como despertadores, não se esqueçam de tomar o remédio na hora certa.

Além disso, em toda a terapia-alvo, é importante manter os cuidados com a pele, especialmente ao sol. 

O período de tratamento deve ser combinado com o máximo cuidado com a pele, inclusive evitando a luz solar direta, principalmente entre 10h e 16h.

Além disso, é importante manter a pele hidratada e protegida, e sempre usar protetor solar mesmo quando estiver fora, mesmo na ausência de sol. 

Para a hidratação, os pacientes devem usar loções que não agridam a pele dos pacientes com câncer, que são naturalmente mais sensíveis a determinadas substâncias nos cosméticos diários.

Nos acompanhe para ficar sempre por dentro de tudo!

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Todo tumor é um câncer? https://www.oncocorpore.com.br/todo-tumor-e-um-cancer/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=todo-tumor-e-um-cancer https://www.oncocorpore.com.br/todo-tumor-e-um-cancer/#respond Fri, 11 Dec 2020 17:52:48 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14772 Câncer e tumor são duas palavras que as pessoas pensam que são sinônimos, ou seja, têm o mesmo significado, mas o fato é que não.

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Câncer e tumor são duas palavras que as pessoas não querem ouvir e muitas vezes confundem a mente das pessoas.

Muitas pessoas pensam que são sinônimos, ou seja, têm o mesmo significado, mas o fato é que não.

Na verdade, câncer e tumor são duas coisas muito semelhantes, mas que ao mesmo tempo, fazem uma enorme diferença na vida dos pacientes.

Bem, agora vamos explicar a diferença entre esses dois conceitos de uma vez por todas e discutir o tópico com mais profundidade. Confira conosco!

 

Tumor e câncer – Qual a diferença afinal?

Bem, basicamente depende da gravidade do paciente, prognóstico e expectativa de vida.

Embora o câncer seja maligno, ele se espalha por todo o corpo e, na maioria dos casos, causa a morte.

Os tumores são “caroços” benignos e bem definidos, não metastatizam e podem ser facilmente removidos.

O raciocínio é o seguinte: nem todo tumor é câncer, mas todo câncer é um tumor.

Na verdade, quando a palavra tumor é falada, significa que ainda não se sabe se é benigno ou maligno. A palavra câncer já é um sinônimo de tumor maligno.

Por que as pessoas confundem tanto essas duas palavras quando na prática são tão diferentes? Bem, isso pode ser devido à fisiologia do processo, a forma como os tumores benignos e malignos (cânceres) se formam.

Vamos falar mais sobre isso a seguir.

 

Como são formados os tumores e os cânceres?

Cânceres e tumores são formados por reprodução excessiva de células, e isso pode acontecer em qualquer parte do corpo.

Um tipo muito comum de tumor benigno são os miomas. A grande maioria das pessoas não desenvolverá um câncer a partir dele.

É muito bem definido, de crescimento lento, duas características típicas de tumores.

Por outro lado, no câncer, as células crescem de maneira completamente desordenada e em um ritmo mais rápido. Portanto, ele geralmente é mais agressivo.

A multiplicação celular sempre ocorreu em nosso corpo, e está acontecendo exatamente agora no seu corpo. Este é um processo natural.

O normal é que essa multiplicação tenha um freio causado pelo mecanismo de defesa.

Por algum motivo, em algumas pessoas, principalmente com a idade, esse tipo de frenagem vai produzir uma espécie de “defeito”, que pode ser causado pelos seguintes motivos:

 

  •         Uso de tabaco;
  •         Má alimentação;
  •         Falta de prática de exercícios físicos;
  •         Consumo excessivo de bebidas alcoólicas;
  •         Fatores genéticos.

 

Os maus hábitos de vida irão gerar mais radicais livres no corpo, e esses radicais livres podem modificar o DNA das células.

Como resultado, eles se replicarão com DNA danificado, resultando em algum tumor ou câncer. Normalmente, o sistema imunológico pode destruir essas células, mas nem sempre isso ocorre.

 

Como é realizada a diferenciação?

Normalmente, é realizada uma biópsia nos aglomerados de células que se formam e a amostra é enviada ao laboratório.

Somente neste local pode ser analisada a natureza do tumor, se é benigno ou maligno. Os exames de imagem também podem ajudar no diagnóstico e não exigem biópsia, que é um exame invasivo.

 

De que forma é realizado o tratamento?

O tratamento do câncer e do tumor são completamente diferentes. Normalmente, a cirurgia de ressecção pode resolver o problema dos tumores benignos, mas é diferente do câncer.

Além da cirurgia, a quimioterapia, a radioterapia e outros tratamentos podem ser necessários.

O principal objetivo é eliminar as células cancerosas que circulam livremente pelo sistema circulatório e entram em outras partes do corpo.

Conseguiu entender as diferenças entre câncer e tumor? Agora, você sabe que essas palavras não querem dizer a mesma coisa e sabe diferenciar cada uma delas.

Gostou do nosso conteúdo de hoje? Nos acompanhe para ficar sempre por dentro de tudo!

 

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O que é e como funciona a quimioterapia? https://www.oncocorpore.com.br/o-que-e-e-como-funciona-a-quimioterapia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=o-que-e-e-como-funciona-a-quimioterapia https://www.oncocorpore.com.br/o-que-e-e-como-funciona-a-quimioterapia/#respond Mon, 23 Nov 2020 17:30:00 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14698 Saber mais sobre a quimioterapia é essencial para compreender o tratamento do câncer, pois ela é usada na maioria dos casos de câncer.

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Saber mais sobre a quimioterapia é essencial para compreender o tratamento do câncer, pois ela é usada na maioria dos casos de câncer. E o paciente informado é a pessoa mais ativa sob seus cuidados.

As células cancerosas são células do corpo que sofreram mutação em seu material genético quando se dividem. Qualquer órgão do corpo pode desenvolver um tumor e as células cancerosas podem se espalhar para outros órgãos, a isso chamamos de metástase.

A quimioterapia é recomendada como tratamento para a maioria dos cânceres. É o médico quem toma a decisão da recomendação, levando em consideração as características clínicas que o paciente apresenta, os tratamentos anteriormente realizados e o estágio da doença.

Deve-se notar que a quimioterapia, ao contrário da radioterapia e da cirurgia, é um tratamento sistêmico. Isso significa que o tratamento atinge todas as células do corpo.

Pronto para saber mais detalhes sobre a quimioterapia? Neste artigo você irá encontrar os principais questionamentos realizados e todas as suas respostas.

Continue a leitura.

 

Como a quimioterapia funciona?

A quimioterapia é usada para destruir células doentes. No entanto, este tratamento não funciona apenas com elas, portanto, existem efeitos colaterais associados ao tratamento.

Existem vários quimioterápicos, que podem ser usados ​​isoladamente ou em combinação. Essas drogas agem por meio de uma variedade de mecanismos durante o ciclo celular, alterando assim sua função e causando a morte das células cancerosas.

Durante o tratamento, os pacientes devem consultar um médico regularmente para avaliar a tolerância e a resposta ao tratamento e para verificar os exames laboratoriais necessários. A quimioterapia segue normas médicas e é realizada por profissionais de enfermagem em hospitais ou ambulatórios.

A quimioterapia é um tratamento que pode ser administrado das seguintes formas:

 

  • Via oral: cápsula ou comprimido; 
  • Veia: através da rede venosa do braço do paciente ou com cateter de longa permanência inserido previamente; 
  • Intramuscular: quando o medicamento é aplicado no músculo;
  • Subcutâneo: aplicado no tecido sob a pele;
  • Injeção intratecal: o medicamento é administrado no fluido que banha o sistema nervoso central. Isso requer uma punção lombar ou um cateter específico implantado por um neurocirurgião. Existem poucos sinais patológicos de que a quimioterapia pode ser realizada dessa forma;
  • Medicamento tópico: aplicado diretamente na área da pele afetada pelo câncer por meio de creme ou pomada;
  • Intra-arterial: a quimioterapia é realizada na aorta e fornece sangue para o tumor a ser tratado;
  • Intraperitônio: administração intraperitoneal através de cateter implantado na parede abdominal;
  • Na bexiga: Direcione a quimioterapia para a bexiga por meio de um cateter.

 

Além disso, a quimioterapia pode ser recomendada de forma complementar a outros tratamentos, como radioterapia ou até mesmo, cirurgia.

 

Quais os efeitos colaterais causados pela quimioterapia?

Como dissemos antes, a quimioterapia não é específica somente para células cancerosas e também pode afetar células saudáveis. Em última análise, isso leva a efeitos colaterais para o paciente. 

Essas informações os ajudam a detectar precocemente, reduzindo assim o risco de complicações mais sérias.

A seguir, separamos uma lista com os efeitos colaterais que poderão surgir durante o tratamento:

  • Queda dos cabelos;
  • Anemia;
  • Queda da defesa;
  • Baixa das plaquetas;
  • Diarreia e/ou intestino preso;
  • Cansaço;
  • Alteração na pele: ressecamento, escurecimento;
  • Flebite (inflamação nas veias);
  • Diminuição da libido;
  • Infertilidade;
  • Enjoo e vômitos;
  • Alteração do paladar;
  • Alteração de sensibilidade nas mãos e pés.

 

Os efeitos irão variar de acordo com os medicamentos utilizados no tratamento da quimioterapia prescritos pelo médico e da condição clínica em que o paciente se encontra.

 

Como fica a sua vida durante a quimioterapia? E após?

Exceto para quimioterapia hospitalar, o tratamento não precisa afetar significativamente a vida diária do paciente. Você pode se dedicar ao lazer e ao trabalho normal, bastando consultar um médico sobre a situação específica.

O próprio corpo humano é responsável por eliminar os medicamentos usados ​​na quimioterapia. Isso ocorre principalmente por meio da urina, mas também pode ocorrer por meio de fezes, vômitos, suor, lágrimas e sêmen.

O médico completa o tratamento com base na evolução das observações. As características do período de tratamento pós-câncer variam de paciente para paciente, principalmente dependendo da intensidade da quimioterapia que afeta o organismo.

A vida após a quimioterapia deve ser encarada como uma nova etapa, essencial para o equilíbrio da saúde física e mental, retornando aos familiares para estudar, trabalhar e morar.

Absorver informações relevantes é bom para sua saúde. O paciente e seu acompanhante precisam entender as peculiaridades da quimioterapia, pois é uma importante ferramenta no combate ao câncer.

 

Quer saber o que comer antes e depois da quimioterapia? Clique aqui!

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A importância do diagnóstico precoce e do tratamento oncológico rápido. https://www.oncocorpore.com.br/a-importancia-do-diagnostico-precoce-e-do-tratamento-oncologico-rapido/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=a-importancia-do-diagnostico-precoce-e-do-tratamento-oncologico-rapido https://www.oncocorpore.com.br/a-importancia-do-diagnostico-precoce-e-do-tratamento-oncologico-rapido/#respond Fri, 23 Oct 2020 19:32:06 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14619 O câncer apresenta resultados muito melhores por meio de um tratamento rápido, que somente será possível a partir do diagnóstico precoce.

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Diagnóstico precoce: o tratamento mais rápido e eficiente no combate ao câncer

É possível afirmar que até o início do último século, qualquer pessoa que fosse diagnosticada com câncer já se sentia como alguém sentenciado à morte.

Com o tempo e os avanços tecnológicos, foi possível acompanhar melhoras significativas nos tratamentos e diagnósticos, sendo visível a melhora comparativa à forma como enxergávamos o câncer, e como hoje o enfrentamos.

Ele continua sendo uma doença invasiva e muito delicada tanto para o paciente diagnosticado, quanto para familiares e pessoas próximas. 

Entretanto, hoje é possível encontrar pessoas que já manifestaram até mesmo a doença em fase metastática, e ainda assim, conseguiram sair da situação sem consequências graves.

Isso significa, que não precisamos nos prevenir? Que podemos contar com a tecnologia e as novas pesquisas como a solução do problema?

A resposta mais concreta para essas indagações, é: não. Não devemos contar com o avanço, por maior que ele seja, afinal de contas, progredimos muito mas ainda não temos todas as respostas

A melhor solução e que pode oferecer o melhor tratamento rápido para o câncer, ainda é a prevenção. Afinal de contas, somente 1 em cada 10 tumores apresentam relação de herança familiar.

Além disso, existem diversos outros fatores que podem influenciar na manifestação da doença, como fatores hormonais e ambientais.

Sendo assim, para que o tratamento seja eficaz e gere resultados muito mais rápidos, é imprescindível que seja realizado a partir de um diagnostico precoce.

Por que o diagnóstico precoce é a solução?

Muitos tipos de câncer são assintomáticos, apenas manifestando sinais quando já estão em fase avançada ou até mesmo em fase de metástase.

Nenhuma dessas fases pode ser considerada de primeira, como irreversível, entretanto, podemos dizer com propriedade que elas são mais difíceis de controlar, tornando o tratamento mais agressivo e reduzindo as chances de cura.

Quando uma pessoa faz uma bateria de exames anuais, aqueles considerados rotineiros, e ela encontra sem querer algum tipo de tumor maligno, é muito mais provável que ela tenha resultados rápidos e positivos se comparada a uma pessoa que já recebeu diagnóstico avançado.

Por isso, o acompanhamento de quadros e sintomas do corpo é fundamental, e por mais que necessite ocorrer por meio profissional, é preciso que inicie com o próprio paciente.

Dessa forma, é importante alertar sobre qualquer tipo de sintoma ou manifestação clínica diferente do habitual, até mesmo as mais simples. Elas podem identificar pequenas disfunções e até mesmo auxiliar na descoberta de grandes doenças.

O mais importante, porém, não é manter a concentração em esperar por sintomas negativos na sua saúde, e sim, se manter atento a qualquer tipo de situação que possa significar uma necessidade de ir a um médico, realizar um exame, e ter a tranquilidade de saber que está tudo bem ou de receber as orientações necessárias para solucionar o problema por meio de tratamento adequado.

Conclusão

Podemos concluir, dizendo que o tratamento rápido para o câncer consiste na identificação precoce dos sintomas, e acompanhamento em caso de confirmação da doença.

Todos os tratamentos se tornaram potencialmente mais eficazes sem o câncer estiver em estágio inicial, porém também é necessário ter consciência da diferença de tratamento possível para cada tipo e estágio da doença.

De uma maneira geral, podemos afirmar que o mais importante, é estar atento à saúde, e procurar ajuda caso necessário para o alcance do melhor resultado, com menos efeitos colaterais e por menos tempo com maior chance de melhora.

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Tudo o que você precisa saber sobre imunoterapia https://www.oncocorpore.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-imunoterapia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-imunoterapia https://www.oncocorpore.com.br/tudo-o-que-voce-precisa-saber-sobre-imunoterapia/#respond Fri, 16 Oct 2020 19:37:58 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14612 Se você não sabe o que é imunoterapia, mas gostaria de saber mais sobre o assunto e sobre o que ela pode oferecer, esse artigo foi feito pensando em você.

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Se você não entende muito bem sobre imunoterapia, mas gostaria de saber mais sobre o assunto e sobre o que ele pode oferecer, esse artigo foi feito pensando em você.

A partir de agora, você terá acesso a informações importantes sobre como a imunoterapia pode auxiliar na melhora do seu tratamento, e qualidade de vida.

Continue com a leitura desse artigo e descubra mais sobre!

 

O que é imunoterapia?

A imunoterapia é uma espécie de tratamento que promove o fortalecimento do sistema imunológico, oferecendo melhora de resposta do próprio corpo no combate a vírus, bactérias, doenças autoimunes e câncer.

Ela não costuma ser a primeira alternativa de tratamento, e sim, uma opção à parte quando outros não estão surtindo o efeito desejado.

No caso específico do câncer, a imunoterapia pode ser uma opção conjunta à quimioterapia, em casos em que o tratamento se apresenta com dificuldades, melhorando as chances de cura e alguns tipo de câncer, como o melanoma, câncer renal e câncer de pulmão.

 

Como funciona a imunoterapia?

A imunoterapia irá depender exclusivamente do tipo de doença, e do seu grau de desenvolvimento, podendo funcionar de diversas maneiras, podendo ser algumas delas:

 

  • Estimulação do sistema imune com o intuito de combate à doença de maneira mais eficaz
  • Fornecimento de proteínas capazes de tornar o sistema imune mais eficaz para cada uma das doenças abordadas

 

Considerando que esse tipo de tratamento apenas tem a função de estimular o sistema imunológico, a imunoterapia acaba não sendo a melhor opção para melhora dos sintomas.

Dessa maneira, o médico responsável pelo acompanhamento do tratamento poderá associar outras opções de auxiliadores, como o uso de medicamentos anti-inflamatórios, corticoides e analgésicos.

 

Quando procurar tratamento na imunoterapia?

O momento exato da busca pela imunoterapia como auxiliadora, deve ocorrer quando os sintomas se tornam mais graves e limitadores de funções cotidianas do paciente.

Outro momento que também pode e deve ser considerado, ocorre quando o paciente corre risco de morte por conta da doença, ou ainda, quando nenhum outro tratamento demonstrou eficácia desejada.

Ela também é índica  quando os tratamentos acessados já provocam efeitos colaterais graves ou extremamente intensos, e que podem ser desagradáveis e até mesmo perigosos para o paciente.

 

Tipos de efeitos colaterais causados pela imunoterapia

Os tipos de efeitos colaterais da imunoterapia irão depender de diversos fatores, como o tipo de terapia que foi adotada, tipo da doença e fase em que se encontra em desenvolvimento.

Porém, podemos citar no geral, os seguintes efeitos colaterais:

 

  • Cansaço em excesso
  • Febre constante
  • Dor de cabeça
  • Náuseas
  • Tonturas
  • Dores musculares

 

Onde é realizado o tratamento de imunoterapia?

A imunoterapia pode ser sugerida pelo médico, e dependerá do quanto ele encontrar necessidade de adotar uma medida alternativa ao tratamento. Entretanto, o médico que ficará responsável será um imunoterapeuta especialista no assunto.

No caso de pessoas com câncer, por exemplo, a imunoterapia poderá ser realizada nos Institutos de Oncologia, porém em casos de doenças de pele, ela precisará ser feita por um dermatologista.

No caso de alergia respiratória, o médico que poderá realizar o tipo de tratamento voltado para o fortalecimento do sistema imune, será o alergologista.

 

 

A imunoterapia pode ser um excelente tratamento para o combate a doenças crônicas e com sintomas desagradáveis, além disso, ela tem grande eficácia no tratamento do câncer, quando unida a outras opções de cuidados.

O mais importante nessa situação, é estar aberto ao que o médico que acompanha o paciente indicar, e estar disposto a investir em algo com maior custo, porém que pode aumentar as chances de cura.

Além disso, também é possível recorrer aos planos de saúde (até mesmo judicialmente se for o caso) e ao SUS em casos específicos.

 

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Como funciona a hormonioterapia? https://www.oncocorpore.com.br/como-funciona-a-hormonioterapia/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-funciona-a-hormonioterapia https://www.oncocorpore.com.br/como-funciona-a-hormonioterapia/#respond Fri, 14 Aug 2020 01:42:40 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14553 A hormonioterapia age inibindo a ação dos hormônios que estimulam o crescimento de tumores e células cancerosas. Entenda!

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Existem diversos tratamentos capazes de combater o câncer. Apesar da radioterapia e da quimioterapia serem os mais conhecidos, outras formas de tratar essa doença também são muito importantes e eficazes.

É o caso da hormonioterapia, usada em cânceres relacionados a produção hormonal, como o câncer de mama e de próstata.

 

Como funciona a hormonioterapia?

A hormonioterapia age inibindo a ação dos hormônios que estimulam o crescimento de tumores e células cancerosas. Ela pode ser feita de duas formas:

  •         Bloqueio periférico: Age bloqueando os receptores de hormônios nas células doentes;
  •         Redução e inibição da produção de hormônios, evitando que as células cancerosas sejam mais estimuladas a crescer e se multiplicar.

 

Como é feita a hormonioterapia?

O Tratamento da Hormonioterapia pode ser realizado por injeções subcutâneas (aplicadas mensalmente ou trimestralmente) ou via comprimidos (tomados diariamente).

 

Para quais tipos de câncer é indicada:

Principalmente para câncer de mama, ovário, próstata e endométrio.

 

Por quanto tempo o tratamento deve ser feito?

A duração do tratamento com a hormonioterapia depende do quadro do paciente e da evolução do câncer.

Algumas vezes a hormonioterapia é realizada antes da cirurgia oncológica, de forma a reduzir o tamanho dos tumores e facilitar o procedimento cirúrgico.

 

 

Efeitos colaterais da hormonioterapia:

Mesmo tendo menos efeitos colaterais que a quimioterapia, alguns sintomas são sentidos, principalmente os ligados a falta do hormônio suprimido.

Os mais relatados são:

Alterações menstruais

Diminuição da libido

Ganho de peso

Pele ressecada

Anemia

 

 

 

 

 

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Como reduzir náuseas e enjoos dos tratamentos oncológicos https://www.oncocorpore.com.br/como-reduzir-nauseas-e-enjoos-dos-tratamentos-oncologicos/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=como-reduzir-nauseas-e-enjoos-dos-tratamentos-oncologicos https://www.oncocorpore.com.br/como-reduzir-nauseas-e-enjoos-dos-tratamentos-oncologicos/#respond Fri, 10 Jul 2020 22:20:37 +0000 http://www.oncocorpore.com.br/?p=14507 Náuseas e vômitos são os sintomas mais comuns após as sessões de tratamentos oncológicos. Conheça algumas dicas para reduzir estes efeitos.

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Enjoos, náuseas e vômitos. Descubra como reduzir os efeitos dos tratamentos oncológicos.

 

Tratamentos oncológicos como a quimioterapia e a radioterapia agem destruindo as células cancerosas do corpo. Acontece que neste processo, células sadias acabam sendo danificadas também e aí, muitos efeitos colaterais aparecem. 

Náuseas e vômitos são os sintomas mais comuns após as sessões de tratamentos oncológicos. Eles podem ocorrer tanto algumas horas, quanto alguns dias após a sessão. Na maior parte das vezes, estes enjoos passam nos dias em que o paciente não fez o tratamento, porém, quando eles não passam e voltam com muita frequência, o bem-estar de quem está se tratando e até a aderência ao tratamento, podem ser colocados em jogo. 

Por isso, sempre que se sentir mal, converse com seu médico. Muitos medicamentos para controlar os enjoos e náuseas podem ser administrados. É o caso dos medicamentos antieméticos, que podem ou impedir que o estômago envie sinais ao cérebro ou evitar que o cérebro receba os sinais enviados pelo estômago. 

Além disso, você pode tomar alguns destes cuidados:

Planejar a sua alimentação

Existem muitos alimentos que podem te ajudar a sentir menos enjoos e que também são de mais fácil digestão. Temos várias dicas aqui.

Relaxar e meditar

Encontrar formas de se acalmar antes e depois do tratamento são essenciais para que o corpo passe por esta transformação da melhor forma possível. Você pode começar a meditar ou fazer coisas que você goste, como ouvir música e ler um livro – atividades que te ajudam a reduzir a ansiedade, fator que pode agravar os casos de náuseas e vômitos. 

Escolher alimentos gelados e doces

Genericamente, alimentos salgados e quentes estimulam as náuseas, por isso, é interessante o paciente incluir mais refeições geladas e doces, como picolés de fruta! 

 

Estas são algumas dicas gerais para reduzir as náuseas e vômitos nos tratamentos oncológicos. É sempre importante conversar com seu médico para que ele te dê informações personalizadas para o seu caso.

Se precisar, fale com a nossa equipe multidisciplinar. 

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